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Apartheid Sanitário – por Renato Cunha Lima Filho

Publicado em: 18 de janeiro de 2022 por Redação
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Apartheid Sanitário – por Renato Cunha Lima Filho

O mais violento ato ditatorial dos governantes “nazistas”, tarados em vacinas, é a segregação entre os picados e os não picados com os “atenuantes” do Covid, através da exigência maldita do inútil passaporte vacinal.

Sim, devemos chamar de atenuantes e não mais de vacinas, pois nenhum atenuante tem se mostrado eficaz para conter o contágio com a variante ômicron, que é cepa hegemônica no mundo hoje.

Em estudo recente, realizado em Israel, repercutido no Brasil pela Revista Época, foi visto que nem a quarta dose da atenuante da Pfizer se mostrou suficiente para prevenir infecções pela variante Ômicron.  Portanto, qual o sentido de coagir e segregar a população não vacinada?

Quem recebeu as picadas dos atenuantes virais seguem espalhando o Covid, assim como quem não foi picado. Entendam de uma vez por todas, não faz diferença.  Quantas pessoas conhecidas de todos nós, mesmo com as três doses, adoeceram? Muitas!

Os atenuantes, como o nome indica, teve e tem grande importância na queda do número de mortes causadas pelo vírus chinês, mas longe de serem a panaceia que nos livrará da praga de uma vez por todas.

Tudo indica, que a própria natureza se encarregará de promover um equilíbrio para a coexistência das espécies e a ômicron pode sim, significar o fim da pandemia.

Agora o que tanto motiva governantes como Fátima Bezerra e João Azevedo em segregar, coagir e perseguir os não picados?

Tudo começa com a alma autoritária, uma vocação déspota, mas também uma intenção clara e evidente para prejudicar a economia do país, gerando desemprego, falências na intenção de derrotar eleitoralmente o Bolsonaro a todo custo. E que custo!

O apartheid sanitário tem alvo e nunca foi salvar vidas, mas sim, uma canalhice por poder para eleger o ex-condenado, o ex-presidiário do Lula.  Não duvidem, o TSE vai aparecer com exigência do passaporte para o eleitor nas próximas eleições.

Acordem enquanto não for tarde, a liberdade é inegociável. A mídia, que consegue aplaudir as atrocidades dos governos autoritários, rapidamente mostrou uma pesquisa indicando que 80% da população brasileira aprova o passaporte vacinal.

Quem conhece um pouco de história vai lembrar que a enorme maioria dos alemães também aprovavam o nazismo de Hitler e amanhã arrependido, você que aplaude hoje o passaporte vacinal, será visto como os alemães daquela época.

Por outro lado, lindo e esperançoso o que disse a Suprema Corte dos EUA na decisão que derrubou o decreto autoritário de Joe Biden, que exigia passaporte vacinal nas empresas privadas:

“Respeitar direitos é complexo em tempos de crise. Mas, se esta Corte protegê-los apenas em tempos calmos, as declarações de emergência nunca acabarão, e as liberdades que a Constituição busca preservar serão inócuas.”

O mesmo se espera do nosso judiciário, não existe meia liberdade ou liberdade relativa, muito menos um meio cidadão,  com menos direitos, sendo perseguido e humilhado.

— Defendo a oferta dos atenuantes do Covid, inclusive recebi no braço as benditas picadas, mas não frequentarei nenhum lugar que exija passaporte vacinal, prefiro o gueto dos que defendem a liberdade, que passar recibo para o governante ditador de plantão.

Os abortistas usam uma frase que neste momento tem cabimento: “meu corpo, minhas regras”. Diferente do aborto, que não observa a liberdade de nascer, o não vacinado, não oferece nenhum risco ao vacinado. Isso é importante deixar claro.

Não podemos deixar de comentar a respeito da passividade leniente e covarde das entidades que dizem representar o comércio nos estados e cidades com governantes autoritários. No Rio Grande do Norte, por exemplo, muito se explica quando chega a notícia do segundo pior PIB do Brasil.
— Vergonhoso!

Portanto, não ao apartheid sanitário e um sim a liberdade. Mesmo vacinado não aceite tamanha violência ao direito de ir e vir! A liberdade é o verdadeiro sentido de viver.

“Como se expressar livre, preso entre palavras? Essa necessidade não tem os pássaros: Eles voam”.  Um velho aforismo de minha autoria, um apaixonado pela liberdade humana. Lutem! Ninguém se perde defendendo a liberdade!

 

Por Renato Cunha Lima Filho 

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