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CORA CORALINA – A ESCRITORA DESCOBERTA AOS 76 ANOS

Publicado em: 5 de dezembro de 2022 por Redação
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CORA CORALINA – A ESCRITORA DESCOBERTA AOS 76 ANOS

Ana Lins dos Guimarães Peixoto, conhecida como Cora Coralina, é uma das mais celebradas personalidades da literatura nacional. Nasceu na cidade de Goiás, no estado de Goiás, em 1889. Estudou até o terceiro ano do curso primário. Seu primeiro conto “Tragédia na Roça”, encontrado no “Anuário Histórico e Geográfico de Goiás”, foi publicado quanto tinha 14 anos de idade. Como poetisa se iniciou divulgando seus poemas no jornal “A Rosa”, criado com algumas amigas, passando a assiná-los com o pseudônimo pelo qual ficou conhecida. No entanto, seu primeiro livro, “Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais”, só foi editado quando tinha 76 anos.

Em 1911 casou-se com o advogado divorciado Cantídio Tolentino Bretas, 22 anos mais velho do que ela, indo morar em Jaboticabal, no interior de São Paulo. Partiu dele a desautorização para que pudesse participar da Semana de Arte Moderna, em 1922, para a qual havia sido convidada. Ao enviuvar, em 1934, teve que se dedicar às atividades de doceira para sustentar os quatro filhos, embora continuasse escrevendo, produzindo poemas ligados à sua história e aos ambientes em que fora criada. Trabalhou também como vendedora de livros, após conhecer o editor José Olympio.

Em 1932 participou da Revolução Constitucionalista em São Paulo. Em 1936 mudou-se para a cidade de Penápolis, no interior paulista, e depois para Andradina, onde abriu uma loja de tecidos. Nessa cidade escreveu para o jornal da cidade e chegou a disputar um mandato eletivo de vereadora, sem conseguir êxito. Voltou à sua cidade natal em 1956. Em 1970, ela toma posse da cadeira número 5 da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás. E, em 1981 recebe o Troféu Jaburu através do Conselho Estadual de Cultura de Goiás. Pela Universidade de Goiás, Cora Coralina foi agraciada com o título de Doutora Honoris Causa, sem ter frequentado um curso acadêmico. Dois anos depois recebe o Troféu Juca Pato, sendo a primeira escritora do país a recebê-lo. Nesse mesmo ano, ingressa na Academia Goiânia de Letras, ocupando a cadeira de número 38.

Nos seus poemas e contos usava de uma linguagem coloquial, marcada pela oralidade e inspirada na experiência de vida. Como ela própria afirma no poema “Ressalva”, seu estilo de escrever “não são versos, nem poesia, mas um modo diferente de contar velhas estórias”. A questão da identidade sempre norteou o lirismo de sua produção poética. Também escreveu literatura infantil. Alcançou fama em todo o país, quando o poeta Carlos Drummond de Andrade leu as suas poesias e escreveu um artigo sobre ela no Jornal do Brasil.

Faleceu em 1985, vítima de uma pneumonia, na cidade de Goiânia. A casa onde viveu seus últimos anos de vida foi transformada no Museu Cora Coralina e a residência em que viveu na cidade de Goiás foi reconhecida pela Unesco como Patrimônio Histórico da Humanidade. Fez valer uma de suas reflexões “Faz de tua vida mesquinha/ um poema./ E viverás no coração dos jovens/ e na memória das gerações que hão de vir”. Teve cinco obras póstumas publicadas: os livros infantis Os meninos verdes (1986), A moeda de ouro que um pato engoliu (1997) e O prato azul-pombinho (2001), além dos livros de poesia Tesouro da casa velha (1996) e Vila Boa de Goiás (2001). Sua produção literária tem um caráter memorialístico e autobiográfico.

 

Fonte:  Rui Leitão

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