O advogado Martsung Alencar, responsável pela defesa do pastor Luiz Eduardo Gusmão, encaminhou, na noite deste sábado (06), uma nota ao Portal MaiSPB apresentando a versão de uma ocorrência registrada em Mari, no Agreste paraibano, envolvendo o religioso.
Segundo o jurista, Eduardo Gusmão não foi preso durante uma confusão entre seu filho e outro rapaz.
“O caso não passou de LESÕES CORPORAIS LEVES, havidas durante ofensas e agressões recíprocas, entre o referido Sr. Geandro e o filho do pastor, Sr. Lucas de Sá Gusmão, sendo totalmente levianas e inverídicas as acusações contra o pastor”, diz Alencar.
Confira a nota
Prezados senhores
“Servimo-nos do presente para comunicar vossas senhorias, NOTÍCIA FALSA GRAVE publicada em sites, bem como no Instagram e demais redes sociais de canais de comunicação, contra o pastor Luiz Eduardo Gusmão.
Tal “noticia”, caluniosa e difamatória, afirma que o pastor teria sido preso, em fuga, acusado de tentativa de homicídio em face do sr. Geandro de Farias. TUDO INVERÍDICO!
Na VERDADE, o que ocorreu foi que o referido Sr. Geando, dirigiu-se á fazenda residência do pastor Luiz Eduardo, e lá chegando, passou a agredir, primeiro com palavras, depois com agressões físicas, o filho do pastor, Sr Lucas de Sá Gusmão, em plena sua residência e casa de seus pais.
Nessa situação extrema, o pai, pastor Luiz Eduardo, interveio, com a urgência que a situação exigiu, unicamente “separando” a briga física e cessando as agressões contra seu filho, que se encontrava em casa, em paz, trabalhando, quando tal agressão se perpetrou.
O caso não passou de LESÕES CORPORAIS LEVES, havidas durante ofensas e agressões reciprocas, entre o referido Sr. Geandro e o filho do pastor, Sr. Lucas de Sá Gusmão, sendo totalmente levianas e inverídicas as acusações contra o Pastor.
Logicamente, NINGUÉM FOI PRESO, NEM MUITO MENOS FUGIU OU FOI PROCESSADO POR TENTATIVA DE HOMICÍDIO. O fato aqui relatado foi levado de mediato à polícia, pelo próprio pastor e seu filho, inclusive tendo este também registrado Boletim de Ocorrência pelas agressões verbais e até físicas que sofreu.
Vesse ato, enviam-se a esse canal de comunicação, Boletim de Ocorrência Policial BO), relato do fato em termo circunstanciado de ocorrência (TCO), lavrado pela polícia (e que não contém nenhum teor de tentativa de homicídio, fuga ou prisão, de ninguém) laudo de exame, feito pelo IML, no Sr. Geandro Farias, indicando a natureza da lesão ocorrida (lesão corporal leve), tudo deixando clara a distância entre relatos inicialmente publicados, inverídico e ofensivo, e a realidade! Justiça haverá de ser feita!
A FAKE NEWS já está sendo apurada, e será objeto de responsabilização civil e criminal, dos autores e responsáveis, pois além de conter graves e inverídicas ofensas à honra, também configura os crimes de calúnia, injúria e difamação.
ALENCAR ADVOCACIA
João Pessoa, 08 de Junho,2020
Fonte MaisPB






