Nos últimos dias, algumas publicações tentaram resgatar antigas acusações infundadas contra o deputado federal Hugo Motta, envolvendo a liberação de emendas parlamentares para o município de Malta, durante a gestão do ex-prefeito Nael Rosa.
A denúncia, feita pelo empresário Aloízio Machado, surge em um contexto duvidoso e carece de credibilidade, considerando o histórico do delator e a fragilidade das alegações.
A operação “Desumanidade”, na qual esse caso foi inicialmente investigado, já foi anulada devido às inúmeras inconsistências processuais. No entanto, setores da imprensa, como o portal Metrópoles, decidiram ressuscitar uma narrativa que não se sustenta, sem sequer ouvir a versão do deputado.
É importante destacar o perfil de Aloízio Machado, um empresário conhecido por práticas ilícitas no meio das licitações públicas, com histórico de forjar propostas para obtenção de vantagens financeiras. A tentativa de envolver o deputado Hugo Motta em um suposto esquema de propina, sem qualquer prova concreta, revela-se como uma manobra irresponsável e mal-intencionada.
O deputado Hugo Motta, presidente da Câmara Federal, sempre pautou sua trajetória na ética e no compromisso com a Paraíba e o Brasil. Acusar um parlamentar de cobrar propina de um aliado para liberação de recursos não apenas soa absurdo, mas também desrespeita os princípios básicos do jornalismo sério, que deveria primar pela isenção e pela apuração criteriosa dos fatos.
A divulgação dessas alegações sem fundamentos é mais uma tentativa de manchar a reputação do deputado, algo que já foi desmentido pelo próprio andamento processual. Assim como outras denúncias infundadas, essa narrativa cairá no descrédito popular, pois a verdade sempre prevalece.
Fonte: Blog do Negreiros



