Olá, eu me chamo Alexandre Rodrigues e falo da nossa capital João Pessoa para os leitores ávidos e os navegadores do site Política Paraibana.

A nossa coluna denominada Poli & Tech, trará (como o próprio nome diz) assuntos palpitantes sobre política e tecnologia, dois temas sempre muito alvissareiros porque trata de assuntos que a maioria dos brasileiros gostam.
O tema política é sem dúvida alguma, um dos temas mais conversados nos lares, nos bares, nos calçadões, nos ônibus, nos metrôs, seja onde for estamos falando de política.
Que o tema tecnologia não fica atrás até porque para onde olharmos a tecnologia está a cada dia mais nos envolvendo. Senão vejamos este pequeno aparelho que tomou conta de nossa existência, denominado de celular. Nele está contido grande parte de nossas vidas, financeira, pessoal, profissional, emocional, enfim este pequeno aparelho, mas grandioso na sua utilidade, que até pouco tempo atrás não nos fazia falta, mas hoje ele é quase parte do nosso corpo. Eu aqui como muitos que deverão estar lendo, não foi uma ou 2 vezes que esqueceu o seu aparelhinho em casa e muitas vezes teve que retornar uma certa distância para apanhá-lo. Posso afirmar com certeza quase que absoluta que o celular já é sim, uma parte do nosso corpo.
Sendo desta maneira, posso afirmar que já somos uma espécie humana numa transição para uma espécie humanoide ou ciborgue. Será?
E carregando dentro deste aparelhinho, um sistema denominado de inteligência artificial nos leva cada vez mais a grudá-lo em nossas mãos, E é sobre ela que nós iniciamos a nossa coluna de estreia.
Sejam bem-vindos ao Poli&Tech.
Muito bem, desde o início do ano que o tema inteligência artificial tem dominado o debate no meio tecnológico, levantando discussões com relação a sua aplicação nos mais variados campos quais sejam eles tecnológicos, educacionais, profissionais, artísticos e musicais.
No meio tecnológico as discussões têm sido acaloradas em razão do tema ainda ser um pouco desconhecido, mesmo para as big trechos (as grandes empresas de tecnologia) como Facebook, Google, Microsoft, Twitter e tantas outras, tem avaliado a funcionalidade das mais variadas inteligências artificiais.
Na educação os professores juntamente com estudiosos, tem discutido a aplicação da inteligência artificial no ensino, para que possa auxiliar no aprendizado dos mais jovens com dificuldade nas escolas das periferias do país. Entretanto outro tema tem sido exaustivamente debatido, que que é o uso destas mesmas inteligências para elaboração de exercícios e trabalhos escolares, deixando assim o senso crítico de lado, para a utilização da facilidade desta tecnologia.
No meio profissional há um temor de que a inteligência artificial possa por assim dizer roubar alguns postos de trabalho desempregando milhares de trabalhadores na indústria, comércio e serviço. Mas assim como como todo período de mudança, alguns postos de trabalho de fato serão extintos, mas em compensação outros serão abertos e outros passarão por adaptação, para que possam seguir adiante.
No meio artístico já temos visto através da internet muitos trabalhos feitos através da inteligência artificial, sendo expressões artísticas tão bem elaboradas, que em nada são insuficientes os trabalhos ou as obras de arte feitas pelos grandes mestres como Picasso, Van Gogh e tantos outros nomes.
De certa forma a inteligência artificial tem se mostrado uma ferramenta auxiliar fundamental para o desenvolvimento em qualquer área que ela seja aplicada, a dose de ética e responsabilidade deve estar presente em tudo aquilo que for desenvolvido para que assim ao invés de retrocedermos, possamos evoluir e sermos por assim dizer seres humanos mais sensíveis e mais inteligentes.
Finalizo a coluna com um abraço aos amigos sertanejos da cidade de Sousa: Edivan Teté, a jornalista Edna Soares.
Os amigos do programa politico mais polêmico do Estado, Intrometidos: Marcelo José, Carlos Magno, Gilvan Freire e demais apresentadores.
Um abraço e até o próximo Poli&Tech.



