Ontem o governo Lula recebeu em solo brasileiro o ditador, narcotraficante, e terrorista Nicolas Maduro (segundo o departamento de justiça americano). Maduro é o presidente venezuelano, esse mesmo onde milhares de pessoas atravessam a fronteira para o Brasil em busca de esperança.
Vamos então elencar o que interessa, a ficha corrida desse rapaz, para depois não surgir os paladinos da liga da justiça afirmando que escrevi algo inexistente.
Vamos lá então:
* A Anistia Internacional, a Human Rights Watch e a Organização das Nações Unidas (ONU) acusam o governo comandado por Maduro de ser uma ditadura que usa da violência para manter o poder.
*Os métodos incluiriam execuções, sequestros, estupros e prisão de opositores. Iniciado por Hugo Chávez, o grupo político de Maduro – o chavismo – está no poder na Venezuela de forma ininterrupta desde 1999.
*Segundo essas entidades, o governo usaria o aparato de inteligência civil e militar para vigiar a sociedade civil, inclusive sindicalistas e membros da imprensa.
*Em 2020, o governo dos Estados Unidos acusou Maduro de envolvimento com o tráfico de drogas e de “narco terrorismo” contra a população americana – as acusações continuam em aberto, e há uma recompensa pela prisão do chefe de Estado venezuelano.
*93% da população venezuelana sofre de insegurança alimentar. Nome bonito para quem passa fome. Enquanto isso, Maduro e sua trupe esbanja riqueza por onde passam.
Deixando o lindo acervo de denúncias e crimes bárbaros do dito cujo, vamos também relembrar, que Nicolas Maduro, deve aos cofres do BNDES cerca de 750 milhões de dólares, aproximadamente 3,5 bilhões de reais.
O Brasil emprestou dinheiro a uma empresa brasileira para executar uma obra na Venezuela e essa empresa levou um calote, passando assim a responsabilidade de pagamento ao governo da Venezuela. Trocando em miúdos, o povo trabalhador e já combalido deste país está bancando a luxúria de um ditador sanguinário.
Os EUA estão oferecendo para quem prender esse abençoado 15 milhões de dólares e a Interpol anda no seu encalço, o problema é que eu nunca vi a Interpol prender ninguém a não ser em filme.
O presidente Lula, durante a última eleição, afirmou categoricamente que, o Brasil voltaria a ser uma democracia, já começou mal, democracia nenhuma no mundo recebe com honras militares um ditador, narco terrorista que se utiliza do seu poder para roubar, matar e estuprar.
Fica a sombra daquela perguntinha no ar: Lula, você é a favor da democracia por convicção ou por ocasião? Estando Maduro em solo brasileiro, acho que já temos a resposta.
Não pensem vossas excelências, que eu vou acoitar a visita de Jair Bolsonaro, enquanto presidente, a diversos países com regime ditatorial. É verdade, o Bozo, atrás de ampliar as exportações brasileiras, também apertou a mão de muito bandido mundo afora, recebendo de um deles até joias de altíssimo valor. Errou igualmente o capitão.
A degradação do estado brasileiro nesse quesito é música de uma nota só, recebemos a todos, visitamos todo mundo e tanto faz se lá no país deles eles apoiam assassinos, estupradores e traficantes de droga. Nós queremos é vender!
Infelizmente já é a segunda ou terceira vez, que digo isso em meus artigos. Não é o cidadão Lula, que está recebendo a visita de um amigo. É o estado brasileiro, que está recebendo um escroque da pior laia possível, capaz de tudo para se manter no poder.
O presidente, ontem, chegou a dizer que tudo não passava de narrativas. Presidente, pelo amor de Deus, basta andar nas ruas desse Brasil e constatar venezuelanos pedindo esmola nos semáforos. Por onde vossa excelência está andando, que ainda não viu um caso desses?
Tenha dó da minha inteligência, não se faça de besta não, que nessa universidade eu sou professor doutor.
Já que vossa excelência recebeu Nicolas Maduro, o chamou de companheiro, fez dele vítima, vamos convidar o presidente da Nicarágua, China, Coreia do Norte, irã e embelezar ainda mais essa reunião democrática. Afinal de contas, não tem importância nenhuma o que esses anjos fazem em seus países.
Para terminar, querido presidente e parafraseando o jornalista Paulo Santos, Perguntar não ofende: Quem convida um ditador, narco terrorista, violador assíduo dos direitos humanos, que abandona seu povo na miséria, damos o nome de quê?
Eu não tenho lado presidente, meu lado é o do bom senso, da razoabilidade, da defesa dos mais oprimidos, do combate as imoralidades e sobretudo seguindo e tentando me aproximar ao máximo do que Jesus Cristo nos ensinou.
Termino sempre com uma frase e hoje escolhi uma de minha autoria, que escrevi ontem após chegada desse desalmado ao Brasil. “O Brasil está parecendo a porta larga do inferno, todo mundo entra, mas pela porta estreita do paraíso, pessoas como Maduro, nunca terão vez”.
Por Júnior Belchior


