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Tatuagem: Uma Reflexão à Luz da Bíblia – Por Júnior Belchior

Publicado em: 24 de março de 2025 por Redação
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Tatuagem: Uma Reflexão à Luz da Bíblia – Por Júnior Belchior

A prática de fazer tatuagens tem se tornado cada vez mais comum em nossa sociedade. No entanto, para os cristãos, é importante buscar orientação na Palavra de Deus para tomar decisões que honrem ao Senhor. A Bíblia não aborda diretamente o tema das tatuagens, mas há princípios e passagens que podem nos ajudar a refletir sobre o assunto.

Um dos versículos frequentemente citados em relação a tatuagens em Levítico 19:28, que diz:
“Pelos mortos não ferireis a vossa carne; nem fareis marca alguma sobre vós. Eu sou o Senhor.”

Este texto faz parte da Lei mosaica, dada ao povo de Israel no Antigo Testamento. Naquela época, marcar o corpo estava associado a práticas pagãs e rituais de luto que não condiziam com a adoração ao Deus verdadeiro. No contexto cristão, é importante lembrar que Jesus cumpriu a Lei, e muitos dos regulamentos do Antigo Testamento não se aplicam diretamente aos cristãos hoje (Colossenses 2:14). No entanto, o princípio de evitar práticas que desonrem a Deus ou que sejam associadas a costumes contrários à fé permanece relevante.

No Novo Testamento, somos chamados a glorificar a Deus com nossos corpos. 1 Coríntios 6:19-20 , nos lembra:
“Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.”

Essa passagem nos convida a refletir sobre como usamos nosso corpo, incluindo a decisão de fazer uma tatuagem. A motivação por trás da escolha é fundamental: estamos buscando glorificar a Deus ou seguir modismos que podem nos distanciar dEle?

Além disso, Romanos 14:23 nos ensina que “tudo o que não provém de fé é pecado.” Se houver dúvidas ou convicções pessoais sobre fazer uma tatuagem, é importante respeitar essa consciência e buscar a vontade de Deus em oração. Cada cristão deve tomar decisões que estejam alinhadas com sua fé e que não causem escândalo ou tropeço para outros irmãos (1 Coríntios 10:31-33).

É importante destacar que, embora o corpo seja santuário do Espírito Santo e deva ser tratado com respeito e cuidado, ele é temporário. 2 Coríntios 4:16 nos lembra: “Por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia.” O corpo é uma morada temporária, mas a alma é eterna. É a alma que, redimida por Cristo, subirá aos céus para estar com o Senhor (João 3:16). Portanto, enquanto cuidamos do nosso corpo, nossa maior preocupação deve ser com a salvação da nossa alma e com a nossa relação com Deus.

Jesus mesmo nos alertou em Mateus 10:28: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma. Temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.” Isso nos mostra que, embora o corpo seja importante, a salvação da alma é o foco central da nossa fé. Uma tatuagem, em si, não determina a salvação de alguém, mas nossas escolhas devem refletir um coração que busca agradar a Deus em todas as coisas.

Deus nos deu o dom do livre arbítrio, a capacidade de escolher entre o certo e o errado, o que glorifica a Ele e o que não glorifica. Em Deuteronômio 30:19, Ele nos diz: “Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência.”

Isso significa que temos a liberdade de fazer escolhas, mas também a responsabilidade de arcar com as consequências delas. No caso das tatuagens, a decisão é pessoal, mas deve ser tomada com sabedoria e discernimento.

Por fim, é essencial lembrar que nossa identidade está em Cristo, e não em marcas ou aparências externas. Gálatas 2:20 nos lembra:
“Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim.”

Seja qual for a decisão, que ela reflita o amor e a gratidão por Aquele que nos resgatou e nos deu uma nova vida.

Em resumo, a Bíblia não proíbe explicitamente as tatuagens, mas nos convida a refletir sobre nossas motivações e a buscar glorificar a Deus em todas as áreas da vida. A tatuagem, em si, pode ser uma opção do cristão, desde que feita com moderação e com um coração que busca agradar a Deus. No entanto, o exagero e a falta de discernimento podem levar a escolhas que desviam o foco do que realmente importa: a nossa relação com Deus e a salvação da nossa alma. Que possamos usar nosso livre arbítrio com sabedoria, sempre buscando honrar Aquele que nos criou e nos redimiu.

Termino sempre com uma frase e hoje escolhi uma frase do psicólogo francês, Gustave Le Bon: “Muitas pessoas são dotadas de razão, muito poucas de bom senso”.

Júnior Belchior.

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