Tovar levará pleitos — O pré-candidato a prefeito de Campina Grande, o deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB), realizou neste sábado (29), Dia Mundial das Doenças Raras, um debate com portadores dessas enfermidades que, na Paraíba, atingem 74 mil pessoas.
O encontro com representantes dos RAROS em Campina Grande – PB, promovido pelo Deputado em conjunto com o INSTITUTO PATRICK DORNELES DE DOENÇAS RARAS da PARAÍBA, para marcar a data do #DiaMundialDasDoençasRaras no Estado da Paraíba, o Deputado Estadual licenciado Tovar Correia Lima, atual Secretário Municipal de CG, e idealizador da Frente Parlamentar de Doenças Raras na ALPB, levará pleitos dos pacientes à 1° Dama Michelle Bolsonaro.
“Ouvimos as reivindicações dessas pessoas portadoras de doenças raras, principalmente na área de atendimento e medicamentos. Vamos levar esses pleitos e apresentá-los a Michelle Bolsonaro, que já esteve em Campina Grande, e tem um trabalho voltado a essas causas. Vamos tentar garantir essa ajuda e também pedir que seja implementado um Centro Especializado na nossa cidade”, destacou Tovar.
Entre as reivindicações apresentadas estão: início de um trabalho educativo no sentido de conscientizar, sensibilizar as pessoas que pretendem ter filhos para a necessidade da prevenção. Foi destacado durante o encontro a necessidade de todo casal que planeja ter filhos deve fazer um levantamento histórico familiar para casos de doenças raras e/ou aconselhamento genético e exames preventivos. Essa ação deve fazer parte dos programas de saúde de estados e municípios.
Além disso, também foram sugestões a criação da disciplina sobre doenças raras e seus sintomas, nos cursos superiores das áreas de saúde das faculdades; diagnóstico precoce (teste do pezinho); o acesso a tratamento medicamentoso; o acesso a tratamento multidisciplinar; além da criação de uma lei para balcão de atendimento acessível, com ambientes públicos e privados, sejam em hospitais, clínicas e escolas.
Estavam presentes ao encontro promovido pelo deputado Tovar, pessoas diagnosticadas com a Síndrome de Edward, MPS, Distrofia muscular de Duchenne e Doença de Tay-sachs, além de pais e familiares que lutam por atendimento e acesso a medicamentos.






