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CAUSAR PÂNICO OU ALERTAR – RUI LEITÃO

Publicado em: 15 de maio de 2020 por admin
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CAUSAR PÂNICO OU ALERTAR – RUI LEITÃO

CAUSAR PÂNICO OU ALERTAR — A radical polarização política que estamos vivendo atualmente no Brasil tem contaminado inclusive o debate sobre a crise sanitária que está atingindo o mundo inteiro com a pandemia do covid-19. Entre nós brasileiros essa discussão vem se acentuando de forma preocupante. De um lado estão os negacionistas, liderados pelo presidente da república, que minimizam os efeitos trágicos da doença, considerando-a uma simples “gripezinha”, nada que possa apavorar ou dar causa à paralisação das atividades econômicas, porquanto, segundo eles, morrerão poucas pessoas e os empregos precisam ser preservados, independentemente dos riscos de contaminação. Em posição contrária, estão os que acreditam na ciência e nas orientações médicas que justificam o isolamento social, objetivando frear o ritmo de contágio e evitar um colapso no sistema de saúde. Esses estão representados pela grande maioria de governadores e prefeitos, e parte da mídia nacional, que entenderam ser imprescindível a determinação de medidas preventivas rígidas e produzindo o máximo possível de notícias sobre o surto epidêmico.

Então, há os que acusam a prática de terrorismo, de provocação de pânico na população. E existem os que compreendem que a sociedade precisa ter conhecimento da realidade nua e crua, até para que a sua maioria se convença da necessidade de permanecer em casa, como garantia de sobrevivência. Polos distintos transformando a pandemia numa questão política e ideológica. Adianto de que estou do lado da racionalidade, defendendo o distanciamento social em todo o seu rigor. Afinal de contas, sou dos que fazem opção por salvar vidas, antes de proteger a economia. Vidas se vão em definitivo, empregos e a economia se restabelecem com o tempo.

Mas voltemos ao tema do debate: pânico ou alerta? Vou emitir minha opinião, ainda que, respeitando, com muitas ressalvas, quem pensa diferente. Não vejo como terrorismo colocar a opinião pública advertida, sem qualquer deturpação da realidade, ainda que ela nos assuste. É sim uma estratégia, mesmo que perturbadora, para despertar uma consciência coletiva da gravidade da situação. As informações que estão sendo insistentemente divulgadas têm o propósito de promover um alerta para o perigo iminente. Até porque, os que negam o prenúncio da catástrofe, vêm estimulando um posicionamento que se mostra adverso a toda e qualquer orientação da ciência e da medicina, o que, por consequência, intensifica o avanço acelerado da contaminação.

Acusar os que estão encarando a pandemia com os cuidados que ela merece, como propagadores de uma histeria, é, no mínimo, uma atitude ausente de responsabilidade social. No meu ponto de vista, um comportamento egoísta, que prioriza os interesses individuais ou de grupos econômicos, em detrimento da salvaguarda de vidas humanas. E o pior é que estão conseguindo estimular boa parte da população a raciocinar como eles. Só se dão conta da verdade dolorosa quando o vírus alcança alguém da família. Temos visto muitos depoimentos de pessoas que desdenharam da doença, manifestando arrependimentos tardios, quando vítimas de sua malignidade.

A quarentena é, até que se prove o contrário, o único modo de enfrentar a pandemia com possibilidades de vencê-la. Tudo o que se vem dizendo em oposto é discurso político de quem aposta no caos para usufruir ganhos no futuro. São os que nunca conseguem descer de um palanque eleitoral. É importante verificar que, entre os obedientes ao que aconselha a ciência, estão adversários históricos na política nacional. Eles se convenceram que o momento não permite disputas partidárias ou lutas ideológicas. Por isso, decidiram se unir, mesmo que no futuro próximo, quando tudo isso passar, voltem ao combate eleitoral. É assim que agem os responsáveis.

Quanto à mídia, o meu juízo é que, majoritariamente, vem exercendo com seriedade a sua missão jornalística de bem informar. Muito mais quando a causa reclama compromisso com a verdade sem enganações. Se o quadro vivenciado atemoriza, é resultado da imperiosa urgência de que cada um de nós tome conhecimento da magnitude do problema. Não é imposição do medo, é advertência essencial para a circunstância. Portanto, sendo um dos que há sessenta dias vêm cumprindo rigorosamente o isolamento social, repito o que a voz da responsabilidade está gritando já há algum tempo: FIQUEM EM CASA.

Rui Leitão

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