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O CONFLITO DO “ELES” CONTRA O “NÓS” – RUI LEITÃO

Publicado em: 14 de abril de 2020 por admin
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O CONFLITO DO “ELES” CONTRA O “NÓS” – RUI LEITÃO

A crise provocada pela pandemia do coronavírus tem acentuado o conflito do “eles” contra o “nós”. Esse confronto, principalmente em nosso país, é histórico. O mapa da desigualdade social sempre foi conhecido por todos. Ocorre, porém, que agora ele se mostra mais evidente, considerando as condições de vulnerabilidade de boa parte da população que vive em situação de pobreza. Consequentemente serão as classes sociais menos assistidas pelos poderes públicos, as mais atingidas pelas trágicas ameaças do vírus.

Como se não bastasse esse quadro extremamente desigual em nossa sociedade, estamos também sendo atacados por um acirramento de ânimos causado pela radicalização político-ideológica e a intolerância. O Brasil, além de dividido entre pobres e ricos, está também fracionado por conveniências dos que detêm o poder político ou econômico. Paixões e ambições pessoais se colocando acima da racionalidade.

Divergências posicionando brasileiros em campos distintos, conforme seus interesses mais imediatos. Enquanto a grande maioria entende que a prioridade é salvar vidas. Por isso as decisões, por orientação médico-científica, em determinar o isolamento social, com o objetivo de minimizar a contaminação, e, por consequência, evitar um colapso no sistema de saúde de cada cidade. Outros, situados no campo da dinâmica econômica, prefere optar pela preservação dos seus ganhos, ainda que colocando em risco a vida deles próprios e da população como um todo.

Mais grave ainda é verificar que o conflito se transfere para os gestores públicos. É perceptível o embate que se verifica entre os diversos níveis de responsabilidade institucional. Enquanto quase a totalidade de governadores e prefeitos fez opção pelo atendimento às recomendações da Organização Mundial da Saúde e do próprio Ministério da Saúde do país, decretando a prática do distanciamento social. Outros, incluindo aí o presidente da república, partem para definição de uma campanha contra essas determinações de isolamento social, por temor de prejuízos à economia nacional. A briga tornou-se política, lamentavelmente.

De um lado, “eles”, os poderosos preocupados com a ambição por ganhos financeiros. Do outro, “nós”, os que entendem que, antes de tudo, deve prevalecer a luta por salvar vidas. A retórica e as atitudes do chefe da nação, entretanto, ganham força de exemplo negativo para a sociedade, fazendo com que muitos passem a compreender que o coronavírus não é tão assombroso assim. Insiste em afirmar que é apenas uma gripezinha.

Enquanto esse embate se estabelece, o vírus continua sua marcha acelerada de contágio, exigindo atenção médica redobrada. Ainda bem que a grande maioria dos gestores públicos de nosso país está se comportando com a responsabilidade que os cargos lhes conferem. E enfrentam corajosamente a insensatez dos poucos que teimam em estimular a desobediência ao isolamento social e cometem absurdos contra as regras de saúde.

Parcela do empresariado, acompanhada por fanáticos, em alinhamento ao posicionamento crítico do presidente da república em relação às medidas preventivas adotadas pelos governadores e prefeitos, continua reivindicando o fim da quarentena, indiferente às estatísticas alarmantes que já se expressam na contagem de pessoas infectadas ou mortas por conta da pandemia. É o “achismo” duelando com a “ciência”. A pandemia chega para testar a capacidade de mobilização dos que estão do lado do “nós”, contra os que desprezam o valor da vida, em nome da manutenção do status econômico e financeiro, “eles”. Ouçamos, então a voz da ciência e permaneçamos sem sair de casa. Façamos com que o “nós”, pela primeira vez, vença o grupo minoritário formado por “eles”, os poderosos desatinados.

Rui Leitão

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