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Depressão e Pânico: Quase 15 anos perdidos – Parte II

Publicado em: 4 de março de 2020 por admin
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Depressão e Pânico: Quase 15 anos perdidos – Parte II

Depressão e Pânico Parte II — Após a primeira parte deste artigo nomeado por mim como: Depressão e Pânico: Quase 15 anos perdidos – Parte I , daremos sequência a narrativa no intuito de ajudar outras pessoas que por ventura possam estar passando pelo que já passei e que hoje controlo.

Logo após ter ido à delegacia e feito um relato do que ocorrera em favor do policial que quase me matou, segui para casa e imaginara que aquilo teria sido apenas um dia ruim seguido de um livramento.

Amanheci no outro dia sem quaisquer problemas, tudo aparentemente normal, mas quando o anoitecer foi chegando, comecei a me sentir mal, uma leve taquicardia me incomodava conjuntamente com uma dor de cabeça. Imaginei logo que minha pressão arterial estivesse alta e pedi a minha esposa Aline (enfermeira chefe), que aferisse minha pressão. Tudo normal, disse a mesma, pressão de menino, porém nada dos sintomas passarem.

Resolvi então ir me deitar, e ao questionar minha esposa do que poderia ser aquele mal-estar, recebi o primeiro de muitos comentários idênticos “isso é frescura”. Foi aí que pensei, se toda frescura fosse assim a coisa está ruim.

No outro dia já acordei completamente diferente, vista turva, sudorese, dor de cabeça e sensação eminente de que estava tendo um ataque cardíaco. Chamei logo Aline, disse que a frescura de ontem continuara em pior escala hoje e na aferição da pressão, o resultado já era anormal. Começou então ali uma peregrinação aos mais variados médicos.

Marquei logo um cardiologista e um neurologista, cada um passou diversos exames de ecocardiograma a tomografia da cabeça sem falar nos velhos exames de sangue.

Fiquei tranquilo, disse comigo mesmo, vou descobrir o que tenho e partindo daí, seja o que for vamos tratar. Tremendo engano, todos os exames vinham normais, estava segundo um dos médicos com uma saúde de ferro, nada na cabeça e no coração, taxas excelentes, mas os sintomas continuavam a me perseguir, e dia após dia apareciam outros novos para a lista já extensa.

Fui a vários outros médicos, acordei inúmeras vezes no meio da noite com destino ao hospital mais próximo, incomodei, esposa, amigos, familiares várias vezes durante anos.

Com o passar do tempo já estava tomando alguns remédios que de nada adiantavam, as crises se repetiam e em cada uma delas a sensação eminente de morte vinham juntas.

Notei que em casa as ocorrências eram menores que no trabalho, não conseguia mais trabalhar, naquele tempo eu dava aula aos fiscais do estado e a outros funcionários sobre informática, Excel avançado, e demais cursos ligados à computação. Tive que parar, dei o último curso soando frio com a caneta na mão direita e uma caixa de remédio na mão esquerda, 4 horas de aula sem intervalo de 8 aí meio-dia e a tarde dava expediente normal na mesma secretaria.

Fiz muitas amizades, tinha apenas 26 anos, ganhava bem, fazia o que gostava e ensinava o assunto que dominava, era o mais jovem instrutor do estado, cada curso dado era uma “bolada”, estava feliz demais, até presente no final de cada curso eu ganhava dos alunos, recebia elogios do secretário a auxiliar de serviços, porém passava mal todos os dias, várias vezes ao dia, mas não desisti continuava dando os cursos.

Numa bela tarde, meu irmão me liga e disse sem muito explicar, “Júnior, bata sua exoneração, vá deixar na casa civil, que vou apresentar na próxima semana um projeto de lei contra o nepotismo”, foi o mesmo que um tiro de surpresa, mas eu já sabia que um dia eu teria que sair, não imaginava que seria naquele momento, mas sabia que cargo de comissão o dono não era eu e sim quem lá me colocou e imediatamente fiz o que me foi pedido.

Foi bom por um lado, pois eu não estava com a saúde boa, passava mal constantemente, esconder os sintomas já estava difícil, mas, por outro lado, perdi o emprego e os cursos que dava.

Passei longos 4 anos de pura depressão em um quarto assistindo todos os filmes possíveis da locadora perto da minha casa, só não vi os de terror e nudez o resto eu vi absolutamente tudo, ao ponto de ter que esperar chegarem mais.

Já com 30 anos visitei um amigo cardiologista Dr. Gilson Kumamoto, e por coincidência passei mal na sua residência, ele sempre muito calmo, perguntou os sintomas, eu disse-lhe, mas avisara que ninguém sabia o que era. Foi então que ele disse, meu filho você tem síndrome do Pânico e depressão, tome logo esses dois remédios e vá num psiquiatra.

Perguntei se eu estava doido, imediatamente ele respondeu, jamais, apesar que você será visto dessa forma, mas não se preocupe, tudo dará certo. Logo que tomei os remédios, tive a melhor sensação dos últimos 5 anos, estava normal, parecia que nada tinha acontecido, era extraordinário.

Marquei o psiquiatra ele confirmou o diagnóstico e passou alguns remédios, tudo parecia ir bem, mas…..

Aguardem a terceira parte, se estiverem contando só se passaram 5 anos, faltam 10.

Júnior Belchior

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